Santa, pecadora... Olhar pra dentro é ver-se de verdade: enxergar os paradoxos e aceitar[si].

Minha foto
Maceió, Alagoas, Brazil
Santa, pecadora, com o Amor na veia e a alma nas vísceras.

Contagem regressiva para Tainá pipocar!!!

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

10/02/2010: TAINÁ CHEGA HOJE!

"Mãe... São três letras apenas

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!"





















Bom, estaremos indo para o hospital-maternidade logo mais à tarde e o nascimento será via cesária agendada desde sexta para as 19h.

Tudo prontinho, tudo certinho... Menos minha ansiedade, euforia e felicidade!kkkkkkkkk...
Se tem uma coisa que a gente não consegue aprontar é o coração pra ser mãe! Isso só a experiência, a vivência mostra!!!

Louqinha pra ver a carinha da minha filha e com um turbilhão de emoções em torno da despedida da barriga. risos...

Que Tainá, a estrela da manhã de todos os nossos dias, venha com SAÚDE e tranqüilidade. Tenha uma boa pega e mame muito nas peitolas da mamis aqui! risos... E seja o presente que tanto o pai dela, meu digníssimo love, almeja!!!

Fotos só pra deixar saudades pq as próximas ela estará do lado de cá da Lida:





































Beijos nossos!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Improviso da certeza.



"Tudo, aliás, é a ponta de um mistério, inclusive os fatos. Ou a ausência deles. Duvida? Quando nada acontece há um milagre que não estamos vendo".


















"Felicidade se acha em horinhas de descuido."

[J. Guimarães Rosa]

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Beijos.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fé.

Desistir não tem nada de amedrontante.
Você já sabe como é, como será.
Não há aventura nisso.
Mas o ato de presistir é coragem!
E sem esse alimento chamado de aventura a vida perde a vida.





















[imagem recebida por e-mail da minha amiga Ju]


Não adianta complicar.
Tudo é violenta-mente simples.
Tenha fé!
Simples.

Beijos e obrigada pelo presente, Ju.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Escolha.

Sem amarras:






Porque liberdade não admite correntes. E isso é de nossa escolha, SEMPRE!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um mundo redondo de pessoas quadradas.

Bom, isso é mais que um desabafo. É uma singela reflexão do "estranho mundo da Paula" dos últimos meses.

A minha gravidez não é de alto risco, mas é de risco. Debaixo dos meus 37 anos eu não tenho mais o pique de uma menininha de 17, 20, 30 aninhos. Além disso, as exigências desse mundo globalizado ferozmente, onde trabalho e trabalho e trabalho... aumentaram o ritmo na minha vida nos últimos dois anos (graças a Deus e a mim! Amém!), estudar é algo imprescindível para prevenir até Alzaime*. risos... Mas, nessa fase cansa mais.

O interessante é que estado de felicidade deve incomodar as pessoas, só pode. Além de que, só agora percebi: certas coisas não bastam! O respeito, por exemplo, mas sim tem que estar no lugar do outro literalmente. Explico:

Antes de ficar grávida eu respeitava os privilégios (privilégios? :o) que mulheres grávidas tinham apoiadas na Lei. Mas, claro, me incomodava comigo mesmo ter que ceder algums minutos do meu precioso tempo a elas nas filas da vida. Porém, nunca deixei de dar lugar e até chamar pra frente quando via uma, assim como idosos e deficientes. Mas depois que engravidei comecei a sentir na pele os olhares de desdém de alguns "inquilinos deste mundo". Assim como a falta... não diria de compreensão, mas de algo que falta, sei lá... risos... em algumas pessoas no próprio ambiente de trabalho. Percebe-se no olhar, na exigência de um ritimo de rendimento que não posso, momentaneamente, corresponder não por incompetência intelectual, mas física mesmo!

Dirigir tem sido difícil, andar de ônibus é pior ainda devido ao tempo que não existe pra almoçar entre um trabalho e outro até chegar no ponto e esperar pra tomar um ônibus, ficar sentada em frente ao pc também e preciso levantar algumas vezes o que me faz perder um pouco o foco do que digito, canso - minha respiração fica ofegante, meus pés já estão inchando e tenho sentido umas dores feito pontadas no pé da barriga quando ando mais que anteriormente.

Mas, como fazer as pessoas entenderem sem parecer que estou fazendo corpo-mole? Como fazer as pessoas respeitarem a própria estabilidade de emprego dada Legalmente, sem que as pessoas entendam isso como oportunismo e fiquem só na espera de voltar da licença para dispensar do trabalho?

Eis algumas inseguranças que grávidas passam.

Fora que, meu companheiro também pensa por vezes que tudo é um mero exagero. risos... E cheguei a conclusão de que homem não engravida não é a toa!kkkkkkkk...

Tudo isso tem me dado medo de falar, comentar sobre os sintomas que venho tendo. Se vou à urgência, na mioria da vezes de uns tempos pra cá vou sozinha, caladinha e faço os exames que tenho que fazer e assim me sinto melhor, menos julgada até quando saio de lá com o alívio de que tá tudo bem, porque parece que isso é um pecado para algumas pessoas: ir ao médico e estar tudo bem. Não tenho escrito em blogues, participo de poucos debates sobre o assunto e quase nunca falo na íntegra dos meus sintomas para não correr o risco de me expor e ser julgada. A não ser para minha médica, lógico!

O que eu quero dizer com tudo isso que escrevo sobre um pouco dessa minha aventura-prenhez é que: grávidas não precisam de mimo, mas de solidariedade! Tão simples quanto as voltas que o mundo dá. [e como dá!]

Beijos e espero que entendam a ausência por aqui.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Tainá:

Um breve histórico até o 5º mês...



















1º mês: ela é o "entre" os pontinhos verdes. risos...
O tracinho do meio é o coraçãozinho dela.





...






















3º mês: diferença enooorme!
Tomamos um susto-prazeiroso com o milgare!


...



5º mês da nossa primeira estrela LINDA da manhã*:
TAINÁ

Felicidade é sem tamanho e descrição!
Coisa marlhendadedeos!!!

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Beijos crescentes.

P.S.: *essa é a tradução do nome indígena dela.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

[Su]foco

Às vezes, a gente se transborda em si e de si mesmo. Aí, o sufoco (conjungação de verbo ou substantivo pronunciado) se instala, não tem jeito.

Importa deixar vir e ressignificar o adjetivo: o que é sufocante na/pra gente nesse momento.

Mas significa mais que não só se sente, não só tem sentido mas que existe. E existir é assim.

domingo, 6 de setembro de 2009

"O inFerno são os outros." E o inVerno dos outros sou eu!

Sei que ando sumida do mundo dos blogues. Minha gravidez não é desculpa, ou até pode ser, sei lá... Não tenho me empolgado para escrever, é isso.

Mas a vida continua. Continua...

E como a maioria das pessoas, o que me motiva a escrever não são as alegrias.

Muito insatisfeita com as pessoas, eu ando. [re]Descobri minha peculiar inaptidão para mau caratismo humano. Falsidade é coisa de gente infeliz, mal amada, cheia de lacunas que não consegue (ou não quer) resolver na vida. Ter que conviver com gente assim é um suplício para mim porque, no meu entendimento, as coisas são simples: ou é ou não é. Fazer média com os outros e falar por trás, incentivar desavenças para se sentir vingado(a) é típico de quem não se supera.

Gostaria de dar nomes aos bois, mas não posso. Questões éticas pessoais que me impedem de ser leviana como são comigo. O que posso dizer é que prefiro ser fiel aos meus princípios, apontar os erros quando sou responsável por esta missão, mesmo que isso não seja entendido pelos outros, por quem está sendo orientado por mim. Entender essa insatisfação em quem tem seus erros apontados por mim é compreensível. Entender que tais pessoas, como qualquer outra, não vão gostar de receber críticas e vão rebater numa tentativa histérica de inverter o quadro fantasioso de desprezo, é esperado até. A histeria é tão comum quanto o ar que se respira, ao contrário do que se possa supor.

Mas, entender que alguém use o lugar do outro em benefício próprio para instalar mal estar e se apropriar de um lugar que não é seu e que não tem competência pra assumir, NÃO! Isso é falta de escrúpulos!

E o pior é ver gente a volta dessas criaturas achando que elas são amigas quando ela é tão falsa quanto com elas!

Lamentável. Lamentável ser obrigada a lidar com essa gente no dia-a-dia e pior é saber que não há como lidar de igual pra igual, mesmo tendo como lema “faço o meu e cada um que faça o seu”, porque a inveja move essas pessoas e a única maneira que encontram de se destacarem é contribuindo para o fracasso do outro. No momento, eu sou o alvo. Mas sei que serei sempre porque tenho noção profunda do meu talento já reconhecido. Isto é o que aquece a fantasia de gente que me cerca de ambos os extremos: de quem se submete fatidicamente às minhas orientações e teme (fantasiosamente) que minhas opiniões vaticinem uma dispensa, e de quem não consegue chegar no meu nível de competência profissional (e até pessoal – gravidez alheia causa inveja também, acredite!).

Após meu desabafo, só posso deixa algo que li em um perfil de Orkut e que me cai como uma luva:

"Alguns dos meus amigos consideram-me narcisista, há outros que me acham paradoxal, e há aqueles que me têm por louca; confesso que sou um pouco de cada coisa, sou o primeiro ponto da reticência, um eterno vir-a-ser..."

Beijos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Segredos para uma relação perfeita: siga os exemplos e construa os seus e a sua!

O ator Brad Pitt, 45, desmentiu rumores de uma possível separação da atriz Angelina Jolie, 34, e disse que o relacionamento e a família são suas prioridades em uma entrevista à revista “Parade”.

Pitt também aproveitou para comentar a hipótese de um casamento formal e aproveitou a oportunidade para defender o casamento gay. “Talvez nós nos casemos quando for legal para todo mundo”, disse o ator.

“Outra noite ouvi um reverendo dizendo que eu e Angie estávamos construindo um mau exemplo porque estamos vivendo fora do casamento”, comentou Pitt.

“Eu acho que todos deveriam ter os mesmos direitos. Eles dizem que o casamento gay arruína famílias e prejudica as crianças. Bem, eu tenho o privilégio de ver meus amigos gays sendo pais e vendo suas crianças crescer em um ambiente de amor”, afirmou o ator.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u605469.shtml

TRADUZINDO:

Ou seja, a gente foca (com-centra) no que interessa! E o que emitimos disso a nossa volta é puro reflexo do que temos focado por dentro.

Você reconhece se está mesmo numa relação satisfatória a partir daí: do espelho que você vê disso no mundo. E, no fundo, tudo é uma questão de ótica. Portanto, reflita sobre o que você enxerga na sua relação a partir do que você consegue ver em outras.

Pra mim, o convencional é a felicidade; e é isso que eu enxergo na relação desses dois.

E você: está satisfeito com seu espelho?! Lembre-se: sempre se pode mudar o reflexo!

Fikdik.

.

Beijos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O tudo é uma grande aventura.

O que perturba um adulto nunca perturbará uma criança.

O que o adulto acaba confundindo é amadurecer com armadura-ser.

Nossa história começa na aventura que é estarmos vivos. Passamos por intervalos e vamos deixando para trás aquilo que éramos sem nos darmos conta que jamais podemos deixar de ser algo quando esse algo faz parte do que somos. E acabamos não nos dando conta de que quando, simplesmente, passamos não nos tornamos eternos. Porém, jamais o seremos porque o tudo é efêmero. Eis o dilema da vida.

Viver não basta, mas perecer é fato. Daí, aprendemos que matar aos poucos um pouco em nós é meio que tentar um consolo para o que, no fundo, não queremos. Tola estratégia!

O transformar não pode significar uma morte em si. Mutar é dar roupa nova ao que já existe, não matar o que sempre existirá. Por que será que as crianças entendem isso tão bem?! Certa-mente porque a vida e a morte não existem em dicotomia para as crianças.

O que, verdadeiramente existe é um tudo-aventura! E sem armaduras, consegue-se ver em tudo uma possibilidade e não um fim.

- Morrer será uma enorme aventura!
- Viver seria uma incrível aventura!!!











[Sou, por temperamento, nada mais que um conquistador -

um aventureiro, em outras palavras -

com toda a curiosidade, ousadia e tenacidade características desse tipo de homem. Freud]

E você, o que pode dizer de si mesmo? Reflita onde estão os seus nuncas e os seus sempres.

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Beijos e belas aventuras.

sábado, 25 de julho de 2009

De momento...

"Eu resolvi me dar o amor que eu não tive, a atenção que não tive, o apoio, a valorização... E, as coisas mudaram para muiiiiiiiiiiiito melhor.

Eu tinha um mestre budista que costumava dizer: 'Quando alguém ou uma coisa não te querem, muitas outras vão querer... Abandone o velho, queime os navios e abra-se para o novo!'

Divida o mundo em duas categorias: as pessoas que te querem e as que não te querem. Para essas últimas, dê um - "Não nos procure, nós o procuraremos" - e suma do mapa. Valorize-se!"

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Do blogue de uma moça muito inteligente que eu esqueci de pegar o link, mas que consta na íntegra o texto original aqui.

Achei o máximo para "n" momentos! ;)

Beijos.

domingo, 19 de julho de 2009

E ato.

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"A verdade de outra pessoa não está no que ela te revela, mas naquilo que não pode revelar-te. Portanto, se quiseres compreendê-la, não escutes o que ela diz, mas antes, o que não diz."

[Khalil Gibran]

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A metáfora da perena eternidade.

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HENG/ DURAÇÃO:

O forte trigrama Chên está acima, o trigrama fraco, Sun, está abaixo. Aqui, hà a união, como condição duradoura. Aqui as imagens são o trovão e o vento, fenômenos que surgem constantemente associados. O trigrama inferior indica suavidade interna, o trigrama superior, movimento externo. Aplicado a esfera das relações sociais, o hexagrama representa a instituição do casamento como a união duradoura dos sexos. Durante o cortejar o jovem se subordina à jovem. No casamento representado pela união do filho mais velho com a filha mais velha, ao homem cabe a função de ativar e dirigir no plano exterior, enquanto à mulher cabe preservar a suavidade no plano exterior. Duração significa o que sempre é. A dificuldade de interpretação decorre aqui de nossa tendência de revestir a noção de duração de um valor positivo, têndencia essa mostrada, além disso pelo próprio texto. Esquecemos que as situações desagradaveis e inutéis também duram, obedecendo o mesmo princípio de base; o hexagrama pode referir-se a circunstâncias que gostariamos terminassem logo. Buscar a duração depressa demais traz infortúnio, nada é favorável.

DURAÇÃO.

Sucesso.

Nenhuma culpa.

A perseverança é favorável.

É aconselhável ter onde ir.




sexta-feira, 29 de maio de 2009

Alucinógena por definição.

Quando vi essa descrição brilhante num perfil de Orkut, pensei: essa sou bem eu!

“Um sonrisal, porque...

Sonrisal só efervesce de verdade se a água em que é colocado está em temperatura ambiente. Em copo de água gelada, efervesce timidamente, demora a dissolver. E so
me sem barulho, sem profusão, sem bolhas no nariz.
Sonrisal em água gelada talvez faça o mesmo efeito, no final, mas é bem menos divertido de ver: a espuma branca que sobe virulenta, querendo entrar na gente a todo preço, não acontece em ambiente assim.
E agora vem a metáfora brilhante que imaginei:
pessoas são sonrisais e são copos d'água. Pessoas geladas cortam a minha diversão.

Mas o pior não é não rir e não explodir cada vez que eu mergulhar.
O pior é fingir que eu não esperava mesmo que as bolhas acontecessem, fazer de conta que não efervescer é uma coisa natural.
O pior é viver como se eu fosse uma tranqüila drágea, qu
ando eu sou inteira sonrisal.”

Mas... Depois de um tempo-lógico, aquilo que seria eu tomou outra forma... Se efervesceu.

Explico:

Todo sonrisal sai na urina e eu não suporto ser efêmera em minha essência, mesmo sendo finda.

Aí, veio a descrição mais brilhante ainda de uma criatura querida...

“-Você tá mais pra um LSD, gatinha.”

O que perguntei em seguida: “-O que você quer dizer, gatinho?”

“-Você se perpetua, mesmo que não se queira!”, respondeu ele. “Um LSD pode ser uma drágea pequenina, um ‘docinho’ e é chamado assim por aí. Mas, em quem se atreve numa coragem-insana de ingeri-lo, experimenta algo que nunca mais pode se livrar. Ele te tira do chão, te leva ao paraíso ou ao inferno, te proporciona uma experiência que nem espaço/tempo algum pode te fazer esquecer. O LSD te A-L-U-C-I-N-A! E depois de te levar a lugares que você nunca achou que podiam existir a não ser em sonhos e pesadelos, ele ainda se prolonga em você desprendido em cristais que podem, a qualquer momento, depois de tempos e tempos, explodirem e te lembrarem: eu VIVO dentro de você ainda. E você tem que conviver com algo que pode ser um carrossel de alegrias, ou, um reduto de Ades na tua corrente sanguínea – impregnado nas entranhas.O LSD se perpetua em quem o experimenta, mesmo que não se queira. E ainda que se escolha não entrar em contato com ele, o fato de saber que exista já provoca fascínio num misto de medo e tentação. Aí, vem a metáfora: existem pessoas LSD e pessoas que experimentam e que não experimentam LSD. Pessoas que não mergulham em você te desinteressam tanto quanto é certo a provocação de encanto que você provoca até nelas!

O pior não é experimentar e ter que viver com algo que não se agrada, nem não experimentar e nunca saber se a viagem seria fantástica. O mais maluco é saber que existe alguém que consegue ser um LSD: você, gatinha; mesmo que nem você queira.”

Bom, eu só sei que gostei da metáfora de eternidade-irresistível, complexa e incomum. Aceito!