Santa, pecadora... Olhar pra dentro é ver-se de verdade: enxergar os paradoxos e aceitar[si].

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Maceió, Alagoas, Brazil
Santa, pecadora, com o Amor na veia e a alma nas vísceras.

Contagem regressiva para Tainá pipocar!!!

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domingo, 6 de setembro de 2009

"O inFerno são os outros." E o inVerno dos outros sou eu!

Sei que ando sumida do mundo dos blogues. Minha gravidez não é desculpa, ou até pode ser, sei lá... Não tenho me empolgado para escrever, é isso.

Mas a vida continua. Continua...

E como a maioria das pessoas, o que me motiva a escrever não são as alegrias.

Muito insatisfeita com as pessoas, eu ando. [re]Descobri minha peculiar inaptidão para mau caratismo humano. Falsidade é coisa de gente infeliz, mal amada, cheia de lacunas que não consegue (ou não quer) resolver na vida. Ter que conviver com gente assim é um suplício para mim porque, no meu entendimento, as coisas são simples: ou é ou não é. Fazer média com os outros e falar por trás, incentivar desavenças para se sentir vingado(a) é típico de quem não se supera.

Gostaria de dar nomes aos bois, mas não posso. Questões éticas pessoais que me impedem de ser leviana como são comigo. O que posso dizer é que prefiro ser fiel aos meus princípios, apontar os erros quando sou responsável por esta missão, mesmo que isso não seja entendido pelos outros, por quem está sendo orientado por mim. Entender essa insatisfação em quem tem seus erros apontados por mim é compreensível. Entender que tais pessoas, como qualquer outra, não vão gostar de receber críticas e vão rebater numa tentativa histérica de inverter o quadro fantasioso de desprezo, é esperado até. A histeria é tão comum quanto o ar que se respira, ao contrário do que se possa supor.

Mas, entender que alguém use o lugar do outro em benefício próprio para instalar mal estar e se apropriar de um lugar que não é seu e que não tem competência pra assumir, NÃO! Isso é falta de escrúpulos!

E o pior é ver gente a volta dessas criaturas achando que elas são amigas quando ela é tão falsa quanto com elas!

Lamentável. Lamentável ser obrigada a lidar com essa gente no dia-a-dia e pior é saber que não há como lidar de igual pra igual, mesmo tendo como lema “faço o meu e cada um que faça o seu”, porque a inveja move essas pessoas e a única maneira que encontram de se destacarem é contribuindo para o fracasso do outro. No momento, eu sou o alvo. Mas sei que serei sempre porque tenho noção profunda do meu talento já reconhecido. Isto é o que aquece a fantasia de gente que me cerca de ambos os extremos: de quem se submete fatidicamente às minhas orientações e teme (fantasiosamente) que minhas opiniões vaticinem uma dispensa, e de quem não consegue chegar no meu nível de competência profissional (e até pessoal – gravidez alheia causa inveja também, acredite!).

Após meu desabafo, só posso deixa algo que li em um perfil de Orkut e que me cai como uma luva:

"Alguns dos meus amigos consideram-me narcisista, há outros que me acham paradoxal, e há aqueles que me têm por louca; confesso que sou um pouco de cada coisa, sou o primeiro ponto da reticência, um eterno vir-a-ser..."

Beijos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Neblina psicológica.

Não é muito possível ver nuvens nas minhas noites. Elas aparecem no meu céu quando eu vôou, dispersas, e só se mostram quando cruzo por elas. Deve ter sido por isso que tudo ficou turvo na minha atmosfera mental; eu devo ter levitado por entre o céu. Havia uma tempestade na minha noite e nada se enxergava no clarão do meu escuro, se não fosse a lucidez dos meus sentidos eu teria despencado em minha razão. Eu elevei a minha dispersão onde ventos fortes, correntes fortes elevavam minha intuição... Vai ver minha bússola não estivesse funcionando direito... Vai ver meu norte era o que me cegou: a minha emoção. Vai ver o que me salvou foi a neblina que me impediu de enxergar... De enxergar o que eu não precisava.

E tudo continuou. E eu não deixei de voar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

"Paraíso das águas"[?]



Meodeos! Só desgraça no meu blogue! Mas, fazer o que?! Às quase 5:00h da matina e eu aqui, uma sobrevivente dessa minha cidade "paraíso das águas". Só não posso precisar que águas seriam essas, hoje.

É sério, estávamos (eu e meu namorido) comendo e fazendo hora num barzinho à beira mar de Cruz das Almas (litoral norte, oposto de onde moramos), quando a chuva começou a piorar. Resolvemos vir pra casa e... Quem disse que conseguíamos chegar?!

Nunca tinha visto a orla de Ponta Verde (zona nobre de Maceió, caminho de nossa casa) assim tão inundada! E a Pajussara?! CHEIA D'ÁGUA! Juro: o carro não passava nem na primeira marcha! Desespero, desespero!!!

O pior não era conseguir chegar em casa, mas correr o risco de ficar ilhado num desses trechos. Fora a preocupação com mamãe, papai, a mãe dele... G-zuis!!! Até os carros da polícia estavam todos parados numa das delegacias de plantão que fica no caminho de casa, e foi quando me bateu a curiosidade: ora, se as viaturas (carros altos) não passam pra lá (caminho de casa), quem vai passar?! Foi quando resolvi parar na tal delegacia e me assustei mais ainda com a cara dos policiais! TODO MUNDO MUITO PERPLEXO! E eu mais ainda, que nunca passei por algo assim tão real!!!

Depois de esperar, com o carro estacionado em frente a delegacia, a chuva dimunuir, arrisquei depois de muito meu amor pedir pra ir devagar, observando se dava pra prosseguir. E, enfim, chegamos!!!

O que me intriga é ouvir várias vezes que a água vai acabar. Como?! C-O-M-O?! Ainda lembro, do colégio, os 3 estados físicos da matéria: sólido, líquido e gasoso. raciocina comigo: água evapora, depois formam-se as nuvens em estado gasoso e depois desce em estado líquido. Só se tudo virar o tal do plasma que o Eisntein falva tanto!!!

Ahhhhhhhhhhhhhh... Depois de hoje?! Me poupe! E acredite: a foto é de 22 de março deste ano, mas hoje tava muito, mas muito pior!!!

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Indo dormir... Beijos.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Relicário de mesmice.



Às vezes as pessoas indubitavelmente me cansam em suas repetições-diferentes de uma mesma versão de ser. Não há problema nelas que seja visto, não por elas ou outros. O problema deve ser comigo. É que, às vezes, eu queria fazer como ingenuamente os suicidas fazem se matando achando que estão exterminando o problema e, matar simbolicamente todas as pessoas, exterminar sentimentos, virar robô, ter meu próprio coração vazio, somente vazio. Óbvio que muitos dirão opiniões que relutem a esta, mas, não é irônico? Até isto é previsível!!!

Pois repito sem o menor tom de amargura, porque se há isso é de uma percepção só sua: a minha caixinha de surpresas-repetidas com os outros encheu, virou lata-de-lixo. Vou ver se reciclo e crio outra pra guardar só o que merecer, mas de verdade é que eu não entendo de um modo muito entendido o que as pessoas são e buscam e isso me cansa feito maratonista sem rumo, entende?

Como é difícil conviver com a inevitável mesmice humana! Saco!

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[Imagem by "pai"Google]

Beijos.