Faltam só (SÓ?!risos) 4 dias para Tainá chegar nesse mundão!
Ai, ansiedade, receios, euforia que invadem a cabeça da mamãe aqui e do papai, ambos de primeira viagem. risos...
Ainda temos que arrumar algumas coisitas (últimos detalhes) e as postagens que já estavama escassas podem ficar ainda mais. Mas, assim que chegar da maternidade e puder sentar em frente ao pc, eu coloco as fotos da nossa estrelinha!!!
Já sabemos algumas coisas: que lea é cabeludinha, bicudinha e bochechuda segundo as últimas ultras. risos...
Ficar triste é um sentimento tão legitimo quanto a alegria!
Reclamar do tédio? É fácil! Difícil é levantar da cadeira
pra fazer alguma coisa que nunca foi feita.
Queria não me sentir tão responsável pelo que acontece ao meu redor.
Felicidade é a combinação de sorte com escolhas bem feitas.
Pessoas com vidas interessantes interessam-se por gente que é o oposto delas.
Emoção nenhuma é banal se for autêntica.
Dar certo não está relacionado ao ponto de chegada, mas ao durante.
O prazer está na invenção da própria alegria,
porque é do erro que surgem novas soluções....
Os desacertos nos movimentam, nos humanizam,
nos aproximam dos outros, enquanto que o sujeito “nota 10”
nem consegue olhar para o lado, não pode se desconcentrar
um minuto sob pena de ver seu mundo cair.
O mundo já caiu... Baby!
Só nos resta dançar sobre os destroços.
Nosso maior inimigo é a falta de humor.
Piruá, quem sabe o que é piruá?
Piruápode ser um peixe em algumas regiões,
Mas piruá é também e principalmente aquele caroço de milho Que não vira pipoca.
Tem muita gente que é piruá neste planeta,
gente que não reage ao calor,
não desabrocha...
não vira pipoca.
[Pipoca, a flor do candomblé.]
(...)
"Elenita no primeiro dia do programa eu perguntei para você Qual é o bem mais precioso do mundo;
E a gente acabou concluindo que é o Tempo. Sem o tempo não dá nem para amar as pessoas! É o tempo...
Pois é Lena, pode virar pipoca, Pois o seu tempo acabou de RECOMEÇAR!. A eliminada de hoje é a JOSIANE" [Pedro Bial]
(...............)
Elenita, Lena, Elê, Lenita... é uma grande amiga virtual, que já transcendeu os limites da distância-aproximada que o cérebro eletrônico impõe. Uma pessoa que excede para excelência, característica de só alguns, pois excelência não é para quem quer, mas para quem pode. Doutora em lingüística com muita luta e empenho, DJ da mesma forma apaixonada, mulher, amiga... menina. Que encontra-se em mais um etapa de vivência: BBB10. Sim, porque ela vive. E para quem na VIDA não se está só a passeio, mas completo, não existe ser piroá. Por isso, aquilo que se quer se consegue, pois a vontade do milho é eclodir na panela e P-I-P-O-C-A-R!
A gente nasceu pra ser feliz! [diz ela: Elenita]
E eu assino embaixo. E vc, resolve eclodir, ou morrer piruá?
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Beijos nossos: meus e da Tainá, que está há 3 semanas de pipocar! :)))
* * * E lá vem um texto sobre relacionamentos... risos...
Mas, não é um texto de alguém que tem vida perfeita, relacionamento perfeito, felicidade absoluta e estado de espírito pleno. Não. É de alguém comum, que busca... busca... busca... Seja lá o que for, busca porque esse esse verbo é inevitável enauqnto há vida e se faz parte dela.
Um dia desses uma paciente me falou que estava namorando um estudante de psicologia e que seu namorado tinha emprestado um livro. Que com isso ela tinha adquirido o hábito, pela descoberta do prazer de ler, da leitura. Claro que perguntei que livro era, e ela respondeu: "Homens são de marte, mulheres são de vênus". [mais um dos famigerados "auto-ajuda". risos...]
Não gosto mais dessas leituras. Mas por que EU não gosto mais?! Ora, porque não me são mais úteis, ué! Mas, pra ela eles têm sido e muito! E fiquei feliz por ela. :)))
Fiquei mais feliz ainda porque pensei: "eu também estou aqui; também estou sendo útil a ela." E é a interpretação dela sobre o livro que vale aqui, não a minha. Seria eu uma "analista-humanista"?!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Non. Eu só faço jus a função da "pessoa real do analista", quando preciso é. ;)
Pois bem. Pessoas utilizam pessoas todos os dias na vida. Isso é relacionar. E tudo vai à falência quando se negligencia essa base. Não vai ser em livros ou em "fórmulas mágicas" que a gente vai descobrir isso, mas no dia-a-dia: no decorrer da vida.
E na vida é tudo tão in perfeito! E da imperfeição eu só tenho a dizer isso:
- Relacionamento é um jogo de "cedução": eu cedo, tu cede, eu cedo, tu cede... risos...
Só que, eu ACHO que é preciso que os 2 não admitam ceder o si mesmo (abdicar de si mesmo). Porque aí ou é minininha precisando de painho, ou menininho precisando de mainha. E não homem sendo homem pra mulher e vice-e-versa.
No mais, resolvi abolir há algum tempo dessas "fórmulas prontas" de perfeição humana.
Descobri que o imperfeito é tão mais divertido!!! ;)
E concordo com a Maria Cândida: "aventura é vida a dois!"
Não me acostumei enão me acostumarei nunca (espero!) com oportunismo, egoísmo, malandragem no ambiente de trabalho. Não é assim que trabalho, não é assim que me vejo profissional. Aliás, nem mesmo tais características cabem no conceito de profissionalismo, para mim. Explico...
Eu tenho 2 empregos: na área clínica de saúde, outro na área jurídica. O mais antigo é o da saúde. Quando passei na suada seleção para o da jurídica foi uma conquista e tanto! Um complemento profissional que poucos têm, pois fui de um extremo a outro: antes -- há anos, eu trabalhei durante anos com criminosos; agora, com vítimas de crime. Tem noção de quantos profissionais psicólogos têm no curriculum essa experiência?! Ínfimos! Mas, eu sou um deles. E falo em nível de Brasil, mesmo. Enfim... Mas tudo tem que ter uma condição, e a que me impuseram foi que eu deveria trabalhar num turno que já ocupava no outro. Bem, eu fui ao outro, solicitei troca de horário sem prejudicar/sacrificar ninguém e me concederam há quase um ano. Ainda assim, com respeito a demanda, eu conservei um dia da semana no mesmo horário que estava antes.
Hoje, chegando no trabalho, recebi o recado para ir ao Setor Pessoal. E lá, com um texto meio de imposição, me perguntaram qual era o meu horário e disseram que eu tinha que mudar (voltar pro anterior). Aí, eu expliquei, ou melhor, recordei o acordo que fiz à época, onde minha justificativa era uma outra ocupação trabalhista. Tá; tudo certo. Ok. Mas por que será que meu sangue ferveu?! Por quê?! Explico...
A minha “doce” colega de trabalho (psicóloga, também) chegou lá na clínica depois de mim e pediu para trocar o meu horário com ela, à época justificando outra ocupação trabalhista. Tudo bem, as pessoas precisam trabalhar. Só que, tempos depois descobri que não tinha outra ocupação coisa nenhuma. Ok, eu já tava lá trabalhando, com pacientes agendados, não tinha nada que atrapalhasse aquele horário... Fiquei como tava. De uns tempos pra cá as justificativas dela para faltas, licenças, atrasos e saídas antecipadas são “os filhos”. E o texto quando a seção “lamúria” se instala entre os colegas é: “Porque você ainda não tem filhos, Ana. Quando tiver vai sabe porque muda tudo!” . Eu sempre achei isso tosco, mas respeito e fico na minha (todo mundo tem direito a se dar desculpas e eu não faço terapia de graça com ninguém, certo?). Mas, se fosse debater mesmo, eu também tenho lá meus “filhos”, que são duas “crianças” de 77 e 79 anos de idade, com mais complicações de saúde que muita criancinha de 3, 4 aninhos! Só não uso eles pra faltar deliberadamente; mas sim, quando é, realmente, necessário.
Mas, ok. Vamos em frente...
“Ah! Olhe para isso! Uma licença, ‘amiga’. Eu ando ‘mal’! Tô com uma arritmia, pressão alta, coluna. Preciso descansar!!!”. Na minha estava e continuava. Não sou do S.P., ué! Se bem que, pressão alta se controla com remédio e dieta, arritmia com remédio, coluna com fisioterapia, algumas adaptações e medicamento... Ou todo mundo que tem isso (e precisa trabalhar sentado) tem que se aposentar?! [ri e rio litros por dentro]
Mas, depois de hoje... Quer saber? Se poque! Se dane! Quer virar muro de lamentações pra conseguir o que quer? Vá a merda! Quando pedi pra atender na sala dela uma vez um idoso com obesidade a resposta foi “não dá”, sem nenhuma justificativa plausível! E eu que seja feita de pingue-e-pongue pra satisfazer o belprazer da poimeza?! Banana e pqp!!! Acostumei mal, mas desacostumo! As pessoas precisam saber seus limites, até onde podem ir com os outros e, principalmente, que ser boa parceira de trabalho não é sinônimo de ser troucha!!!
Quando a gente se encanta com algo, nos impulsionamos na busca de realizar o que estiver ligado a isso. A gente sonha! E os caminhos traçados na busca das realizações de nossos sonhos, eu compreendo serem nossas metas.
Mas caminhos são escolhas. Escolhas nossas, mas outras que dizem respeito aos de outras pessoas. O mundo é assim: relacionar-se. E estabelecer metas é algo que, fatidicamente, incluirá sonhos e metas nossos e de outras pessoas. E isso pode imputar frustração porque quando não alcançamos algo devido as escolhas dos outros, nos decepcionamos. Porém, frustrações servem, justamente, para nos mostrar em que caminho estamos indo: o caminho certo, ou, o errado.
Em resumo, não tem como fugir: o mundo é relacionar-se. Ou seja: ACORDAR! O que nem sempre nos é agradável, é verdade. Pois, como a própria palavra que indica sentido dúbio, a vida é amplitude e não tem como almejar ser completo sem inserir em si o risco do acordo.
Portanto, por mais sonhadora que você seja, acordar faz parte porque é o interlúdio das suas nuvens. A gente só sonha porque acorda e só acorda porque sonha. Uma relação de dois, sempre! É sempre bom lembrar disso e [re]fazer os acordos quando for preciso.
Tudo em paz no interlúdio... por enquanto. risos
Beijos.
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[Imagens by "pai"Google. Citação grifada para o som de "Mr. Jones" -- Couting Crows, by "tio"Youtube.]
Desconfie sempre da sinceridade de alguém que diz que “quer ajudar todo mundo”. Ninguém é tão bonzinho assim, nem que queira!
Eu podia morrer o texto por aí, pois isso já diz tudo, mas a necessidade de colocar pra fora um sentimento frustrante do ridículo dos outros é mais forte. É que sinceridade, honestidade esbarram em pessoas que, escondidas atrás de um (talvez) medo de assim agirem, terminam sendo mais ardilosas que ratos, no fundo, no fundo.
As desculpas são tantas... Chega cansa! Quando tudo é bem mais simples e se resolve com um simples: não dá, desculpe! Mas, isso significaria assumir pra si a responsabilidade de desagradar o outro e, como quando se tem dentro de si uma dificuldade I-M-E-N-S-A de encarar que os outros lhe desagradem, o caminho que é tomado é o da enrola-ação, ou seja, o da complica-ação. E é bem mais fácil projetar a “coisa” em discursosinhos de merda, do tipo (segue o pseudo-diálogo!risos):
O “medroso”: “-Você quer conversar comigo, né?”
Eu: - Sim, você disse que tínhamos que conversar. Então, fique à vontade pra dizer se está tudo certo ou não sobre o que você me propôs na sua clínica e depois disse que tínhamos que “conversar”, né? Converse. risos
O “medroso”: “-É que eu não posso fazer assim porque ‘fulano’ fez e perdeu dinheiro, então a gente tem que conversar, entende?”
Eu: - Sim, EU, entendo! Converse.
O “medroso”: “-Mas é que se você for ficar lá vai estar ‘NA’ clínica, entende?”
Eu:- Sim, entendo! Mas os pacientes vão ser meus, sejam da clínica ou não, continue.
O “medroso”: “-Não, não... os pacientes são da clínica. Veja bem... er...”
Eu: - Vejo se você me disser o que ver. Afinal, quem me fez a proposta de possibilidade foi você, né? Estou tentando ver como isso, agora, está. E aí?
O “medroso”: “-É que eu tenho uma ‘melhor amiga’ que vai pra lá, trabalhar com seleção...”
Eu: - Não foi essa a proposta feita; EU trabalho com clínica. [risos] Continue.
O “medroso”: ”-Sim, sim... mas aí ela ia fazer seleção de quem for ficar, mas não vou fazer isso com você porque você é ‘minha amiga’.”
Eu: - E se fosse EU não aceitaria porque isso nunca foi a proposta. E, agora, qual é A proposta? [risos]
O “medroso”: “-Er... não... a proposta a gente tem que conversar.”
Eu: - Mas a gente tá conversando. risos... Continue.
O “medroso”: “-Então... se você quiser, eu vou ter que conversar com ela e com ‘fulana’ porque elas foram pra inauguração e já estão lá, mas dá pra ir, só que tem que conversar com elas.”
Eu: -“Fulana” que trabalha conosco e já trabalha na clínica da “sicrana”? [risos] “Fulana” não sabe da proposta? Foi na frente dela que você falou comigo. EU achei que já havia tido tal conversa com “fulana”. Continue. [risos]
O “medroso”: “-Não...”
Eu: - Há muitos “nãos”. Há algum “sim”?risos... Conclua!risos...
O “medroso”: “-Não... sim, há possibilidade! Mas é que tem que ver porque você é concorrente delas, entende? É isso”
Eu: - Hum... risos... Sim, eu entendo o que significa “medo de competição”: significa medo de sucesso. risos...
O “medroso”: “-Não, não...”
Eu: - Sim, sim!risos... E você já concluiu. Demorou, desnecessariamente, mas concluiu. E eu lhe desejo sucesso, muito sucesso! Mas vou lhe dar uma dica: aprenda a dizer nãos, mas antes, aprenda a não dizer sins se você os submete a terceiros. Só uma dica, “amigo”!risos... Vou indo. Preciso pegar meu carro na Importadora. Beijos e fica com Deus.
Resumo da “ópera”: desconfie de pessoas que têm medo do sucesso! Só há UM sucesso, que é o individual; este abrange o coletivo. E pessoas que têm medo disto não suportam o risco do sucesso alheio porque não acreditam, verdadeiramente, que o seu próprio sucesso seja possível.
E como isso é “epidemia”!kkkkkkkkkkkk... Irritante, mas engraçado de tão irônico! risos